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Bad boy...

Para as lagostas, é quase necessário ser um campeão de luta livre para ter sorte no acasalamento.

 

O  macho ganha a sua dominância com intensas lutas físicas com os seus rivais, mas necessita garanti-la todos os dias: noite após noite, tira os outros machos dos seus esconderijos e mostra-lhes porque é que ele é que manda!

 

Aparentemente, as fêmeas acham este comportamento atrativo e ficam completamente interessadas. Assim, e após esta sessão de demonstração de força física, seguem-no até à sua "casa".

 

O problema é que este macho, por ser tão beligerante, não está interessado em romances. A fêmea tem que o seduzir e faz isto de um modo muito especial - ejeta urina, durante diversos dias, para o buraco onde o macho se esconde após as lutas.

 

A urina tem uma feromona que acalma o macho, e ele vai-se habituando gradualmente à presença da fêmea, acabando por tolerar a sua presença na toca.

 

O acasalamento é efetuado quando a fêmea está a mudar de carapaça. Quando ela sai do esconderijo do macho, há outra fêmea à espera da sua vez.

 

Por turnos, todas as fêmeas das redondezas acasalam com o macho dominante.


Um desfecho há muito ambicionado


 

 

Desde o final do século XX, a CITES (Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies de Fauna e Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção) baniu o comércio internacional de marfim.

 

No entanto, o comércio ilegal tem vindo a aumentar, devido à grande procura de marfim principalmente por países asiáticos ricos. Esta tem sido a maior ameaça para os elefantes porque são caçados ilegalmente para obtenção do marfim.

 

Numa antiga luta contra o comércio de marfim, as populações de elefantes têm agora a esperança de recuperar o seu número no meio selvagem. Os E.U.A. em 2016 e a China já em 2017 inseriram novos regulamentos na política do marfim, sendo estes países dois dos maiores consumidores de produtos obtidos de animais selvagens.

 

Estes regulamentos vão incidir sobre o vendedor, que terá de provar que o marfim que está a vender é legal, e também sobre o consumidor, tentando reduzir a procura por parte deste que, muitas vezes, é cúmplice deste tráfico ilegal sem conhecimento.